
DROGAS? TÔ FORA!
Hoje, me olho no espelho e vejo um homem centrado e bem resolvido, emocional e intelectualmente. Não é necessária uma análise profunda para descobrir este resultado: A educação de rédeas curtas imposta pelos meus pais, com certeza, só poderia dar este resultado. É bem verdade que em certos aspectos, aquela educação foi, como todas da minha geração, um tanto truculenta, onde as crianças e até mesmo os adolescentes, não podiam participar das conversas dos adultos. Isto só, já basta para definir como eram tratados os outros assuntos. O diálogo, hoje canal livre e aberto entre pais e filhos, simplesmente, não existia.
No entanto, apesar das grandes diferenças notadas neste relacionamento (Pais X Filhos), os erros de caráter nas gerações passadas, são bem menos encontrados e nos levam a uma reflexão: Por que é tão difícil a formação correta dos nossos filhos nos dias de hoje? Será que a autoridade dos pais já pode ser considerada uma instituição falida?
Não é muito raro o jovem chegar em casa nas primeiras horas da madrugada e não raro,também, o uso cedo das drogas “leves” tais como a bebida e o cigarro. Será que foram instruídos em casa a agirem assim? Não, claro que não. Mas, é alarmante o número de jovens que dessa maneira, cedo, começam a agir. As causas, podemos enumerá-las aos montes: Companhia (nem sempre), televisão, exemplos caseiros e, com certeza, na maioria, hereditariedade. E o pior: Quando as drogas “ leves”, necessariamente ou fatalmente são substituídas pelas chamadas drogas “pesadas”, aí, não só o respeito, como as vidas desses jovens e de suas famílias, estão em risco. Olho vivo senhores pais!
A lei, ao amparar a juventude punindo país que agem com mais severidade, a meu ver, lhe dá licença para praticar o ilícito. Não quero dizer com isto, que os pais devem agir como os meus, onde, o cinturão, era a regra para o bom comportamento. Não. Isto não. Mas, a rédea solta em obediência às leis do menor adolescente, dá certo oxigênio a muitas armações que vemos por aí.
Criado na velha fórmula pude sair de casa cedo e vivenciar o mundo com minhas próprias deduções, e, se cheguei ao que sou hoje, é porque soube dizer cedo: Drogas? To fora!
Hoje, me olho no espelho e vejo um homem centrado e bem resolvido, emocional e intelectualmente. Não é necessária uma análise profunda para descobrir este resultado: A educação de rédeas curtas imposta pelos meus pais, com certeza, só poderia dar este resultado. É bem verdade que em certos aspectos, aquela educação foi, como todas da minha geração, um tanto truculenta, onde as crianças e até mesmo os adolescentes, não podiam participar das conversas dos adultos. Isto só, já basta para definir como eram tratados os outros assuntos. O diálogo, hoje canal livre e aberto entre pais e filhos, simplesmente, não existia.
No entanto, apesar das grandes diferenças notadas neste relacionamento (Pais X Filhos), os erros de caráter nas gerações passadas, são bem menos encontrados e nos levam a uma reflexão: Por que é tão difícil a formação correta dos nossos filhos nos dias de hoje? Será que a autoridade dos pais já pode ser considerada uma instituição falida?
Não é muito raro o jovem chegar em casa nas primeiras horas da madrugada e não raro,também, o uso cedo das drogas “leves” tais como a bebida e o cigarro. Será que foram instruídos em casa a agirem assim? Não, claro que não. Mas, é alarmante o número de jovens que dessa maneira, cedo, começam a agir. As causas, podemos enumerá-las aos montes: Companhia (nem sempre), televisão, exemplos caseiros e, com certeza, na maioria, hereditariedade. E o pior: Quando as drogas “ leves”, necessariamente ou fatalmente são substituídas pelas chamadas drogas “pesadas”, aí, não só o respeito, como as vidas desses jovens e de suas famílias, estão em risco. Olho vivo senhores pais!
A lei, ao amparar a juventude punindo país que agem com mais severidade, a meu ver, lhe dá licença para praticar o ilícito. Não quero dizer com isto, que os pais devem agir como os meus, onde, o cinturão, era a regra para o bom comportamento. Não. Isto não. Mas, a rédea solta em obediência às leis do menor adolescente, dá certo oxigênio a muitas armações que vemos por aí.
Criado na velha fórmula pude sair de casa cedo e vivenciar o mundo com minhas próprias deduções, e, se cheguei ao que sou hoje, é porque soube dizer cedo: Drogas? To fora!